Mi Querencia
Simón Díaz
Saudade e raízes venezuelanas em “Mi Querencia”
“Mi Querencia”, de Simón Díaz, retrata de forma sensível o sentimento de saudade e pertencimento à terra natal, especialmente ao interior da Venezuela. A letra utiliza imagens como “lucero de la mañana” (estrela da manhã) e faz referência à “flor de araguaney”, símbolo nacional do país, para reforçar a conexão afetiva com a natureza e os elementos que formam a identidade venezuelana. O desejo de que a luz da manhã ilumine o caminho de quem parte reflete tanto a preocupação com quem deixa o lar quanto a esperança de reencontro, dialogando diretamente com o contexto histórico da migração do campo para a cidade durante o boom do petróleo na Venezuela.
Quando Díaz canta “Si mi querencia es el monte, y mi fuerza un cimarrón” (Se meu lugar é o campo, e minha força um cavalo selvagem), ele associa sua identidade e força ao ambiente rural e à liberdade, representados pelo cavalo selvagem. O refrão “cómo no quieres que cante, como canta un corazón” (como não quer que eu cante, como canta um coração) mostra que o canto é uma expressão espontânea desse amor e saudade. A repetição de elementos como o “monte”, o “ganao” e o “sol de los venaos” reforça o desejo de retorno às origens e à simplicidade da vida rural. Assim, “Mi Querencia” se destaca como um hino à terra natal, à memória e ao orgulho das raízes, sentimentos que marcam profundamente a cultura venezuelana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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