Bico de Teta
Sinuelo da Serra
Cotidiano rural e humor em “Bico de Teta” de Sinuelo da Serra
“Bico de Teta”, de Sinuelo da Serra, destaca-se pelo uso de expressões regionais e imagens que retratam com humor e autenticidade o cotidiano rural do Rio Grande do Sul. O título faz referência a uma camisa velha rasgada no peito, chamada "a Bico de Teta", símbolo do desgaste das roupas de quem trabalha duro, mas também de um orgulho pelo modo de vida simples e vivido. A letra mistura cenas de festa, dança e paquera, como em “amarra o cabelo e acarca o garrão” e “Maria Preta dança corcoveando”, transmitindo a energia e a espontaneidade das celebrações no interior gaúcho.
O tom descontraído e malicioso aparece em versos como “Que muié bem loca me morde e me esfrega e eu mordo e ataco de frente e de lado”, trazendo um clima de brincadeira e duplo sentido, típico das músicas de baile. As referências a comidas, animais e sons do campo, como “bolo de macaco, ronco de bugio, casnada de bicho na beira do rio”, reforçam o apego à vida simples e à natureza. No final, a música celebra o prazer de viver com pouco, valorizando as pequenas alegrias, a convivência e a autenticidade do povo gaúcho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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