Minha pele é como a noite
O olhar é como o dia
Meu canto irmao é como o açoite
Da ventania
Minha mao é um cavaleiro
Violao é a montaria
Meu canto é como um bandoleiro
Sem regalia
Meu pensamento é proibido
A minha vida é uma agonia
Meu canto é um animal ferido
Lambendo a cria
Meu coração é um cao selvagem
Uivando atras de companhia
Meu canto é um canto de coragem
E covardia
Minha garganta é uma navalha
A minha voz é uma sangria
Meu canto é um canto de batalha
Da maioria
O meu trabalho é como um estorvo
Meu canto é morto á revelia
Mas morto um canto eu canto um novo
No outro dia

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Composição: Paulo C. Pinheiro / Sivuca · Esse não é o compositor? Nos avise.
Enviada por Helena
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