
Ódinn
Skald
O sacrifício e a busca por sabedoria em “Ódinn”
Em “Ódinn”, da banda Skald, a repetição do verso “Allt veit ek óðinn, hvar þú auga falt óðinn” (“Tudo eu sei, Ódinn, onde você perdeu o olho, Ódinn”) destaca o sacrifício do deus nórdico: ele entrega um de seus olhos no poço de Mímir em troca de sabedoria. Esse ato não é apenas físico, mas também espiritual, simbolizando a busca constante por conhecimento, mesmo diante da dor e da perda. O contexto mitológico reforça que, para os nórdicos, a sabedoria verdadeira exige renúncia e coragem, e a referência ao hidromel de Mímir, que Ódinn bebe diariamente, aprofunda a ideia de que aprender é um processo contínuo, não um ponto de chegada.
A música também enumera vários epítetos de Ódinn, como Grimr, Ganglari, Alföðr e Valföðr, ressaltando suas diferentes faces: deus da guerra, da morte, da poesia, da magia e do conhecimento. Cada nome revela um aspecto de sua personalidade e influência, mostrando que Ódinn vai além de um único papel. O uso do nórdico antigo e de instrumentos tradicionais pela Skald cria uma atmosfera ancestral, transportando o ouvinte ao universo mítico dos vikings. No trecho final, a menção à serpente lançada ao mar até o Ragnarök conecta Ódinn ao destino dos deuses e ao ciclo de criação e destruição do mundo nórdico. Assim, a canção convida à reflexão sobre o preço do saber e a complexidade do divino.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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