
Membros Humanos (part. Leo Justi e Uirá Bueno)
Slipmami
Violência e ironia em "Membros Humanos (part. Leo Justi e Uirá Bueno)"
"Membros Humanos (part. Leo Justi e Uirá Bueno)", de Slipmami, explora a relação entre desejo, poder e violência de forma provocativa e irônica. A música chama atenção logo de início ao unir sexualidade e brutalidade em versos como “guardo membros humanos no meu freezer e trato eles tipo meu tesouro” e “vou te esquartejar e descartar seu corpo no rio todo poluído”. Essas imagens exageradas e chocantes servem para satirizar temas como obsessão, fetichismo e sadismo, invertendo o papel tradicionalmente atribuído à mulher em narrativas violentas. O humor negro aparece em frases como “meu ex é meu tesourinho, e goza mais rápido, agora que ele tá morto”, que questionam a objetificação e a posse nas relações.
O contexto do álbum "Malvatrem" e a influência do rock e punk, presentes tanto no histórico de Slipmami quanto na produção de Leo Justi, reforçam o tom agressivo e transgressor da faixa. A música também faz referências à cultura pop e a casos reais, como em “não sou o Kira, mas tenho um bofe manipulado” (referência ao personagem de "Death Note") e “tô tipo os irmãos de Nova Friburgo” (alusão a um caso real de assassinatos no Brasil). Ao misturar elementos absurdos e grotescos, Slipmami provoca desconforto e reflexão, usando o exagero para criticar padrões de poder, desejo e violência presentes tanto na sociedade quanto na cultura pop.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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