
Jacaré
Sofi Tukker
Orgulho e liberdade LGBTQ+ em “Jacaré” de Sofi Tukker
Em “Jacaré”, Sofi Tukker, em parceria com o poeta Chacal, transforma o termo "jacaré" — que na gíria brasileira pode ser usado de forma pejorativa para se referir a mulheres que gostam de mulheres — em um símbolo de orgulho, alegria e liberdade, especialmente para a comunidade LGBTQ+. O refrão repetitivo e animado, “Já-já-jacaré, jacaré, já-jacaré / Já-já-jacaré quero ir contigo dançar”, convida todos a celebrarem juntos, sem medo ou vergonha, reforçando a ideia de pertencimento e aceitação.
A letra mistura elementos da natureza e sensações, como em “A brisa no vento na praça te abraça” e “Na lama, no limo, na grama com você”, criando uma atmosfera de conexão com o ambiente e com o outro. O verso “Essa força animal ancestral me chama” sugere um chamado instintivo para viver o desejo e o amor de forma autêntica. Já em “Jacaré da boca louca de mora / De morar na sua barriga / Vem me engolir com seus beijos / Vem matar o meu desejo”, a metáfora do jacaré ganha um tom sensual e divertido, brincando com a ideia de ser "engolido" pelo desejo e subvertendo o uso negativo da palavra. Assim, “Jacaré” se destaca como um hino de celebração da diversidade, do amor livre e da alegria de ser quem se é.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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