
Cortina Vermelha
Solevante e Soleny
Realidade e resistência feminina em "Cortina Vermelha"
"Cortina Vermelha", de Solevante e Soleny, retrata de forma direta e sensível o cotidiano das mulheres que trabalham em bordéis, usando a imagem da cortina vermelha como símbolo desse universo. A letra se destaca por não adotar um tom moralista, mostrando essas mulheres como sobreviventes que "vendem amor pra sobreviver" e acolhem todos "sem preconceito de raça ou de cor". Essa abordagem evidencia a humanidade e a dignidade dessas trabalhadoras, frequentemente marginalizadas pela sociedade.
A música também aborda as dificuldades e violências presentes nesse ambiente. Ao citar que "às vezes apanha e chora calada", Solevante e Soleny expõem a vulnerabilidade dessas mulheres diante de clientes "desumanos" e situações de abuso físico e emocional. O trecho em que a mulher "retoca maquiagem" após sofrer agressão ilustra a resiliência necessária para continuar, mesmo diante da dor. O contraste entre o "salão enfeitado" e a dura realidade vivida por essas mulheres reforça a força que elas demonstram ao enfrentar preconceito, violência e solidão, sem perder a esperança de encontrar algum afeto em meio à rotina difícil.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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