
Quando o Setembro Vier
Solevante e Soleny
Renovação e esperança em "Quando o Setembro Vier"
"Quando o Setembro Vier", de Solevante e Soleny, explora a ligação entre as estações do ano e os sentimentos humanos, usando agosto como símbolo de um período difícil e setembro como promessa de renovação. A música associa agosto ao inverno e à melancolia, um sentimento comum no Brasil, e expressa a solidão do eu lírico após um abandono: "Agora estou vivendo sozinho / Na solidão mesmo sem ninguém". Esse trecho reforça o clima de tristeza e isolamento que marca o início da canção.
No entanto, a repetição do refrão "Mas quando setembro vier / Estarei nos braços de outro amor" traz esperança e sugere superação. Setembro, mês que marca a chegada da primavera, representa a possibilidade de um novo começo e de reencontro com a felicidade. A letra, direta e típica do sertanejo tradicional, não esconde a dor da perda: "Ela foi embora nem se despediu / Me causando um grande desgosto". Ao mesmo tempo, mostra que o sofrimento é passageiro e que o tempo pode trazer novas oportunidades. Assim, a canção transforma uma experiência pessoal de abandono em uma mensagem universal sobre resiliência e a capacidade de acreditar em dias melhores.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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