Maçã do Amor
Sombrinha
Ressignificação do amor em "Maçã do Amor" de Sombrinha
"Maçã do Amor", de Sombrinha, propõe uma nova leitura do símbolo da maçã, tradicionalmente ligado ao pecado original. Ao afirmar “Pecado não tem nada a ver com maçã”, Sombrinha e Luiz Carlos da Vila questionam a ideia de que o desejo e a paixão são proibidos, defendendo que o amor é natural e essencial à vida, assim como foi para Adão e Eva, mencionados na letra como “o casal da primeira manhã”.
A música utiliza comparações simples e diretas para mostrar a conexão entre os amantes: “Se eu for um vegetal, certamente você há de ser o chão / Se eu for um anel, você vai ser a mão”. Essas imagens reforçam a ideia de que o amor é uma força vital, presente em todos os aspectos da existência. O verso “Quantas vidas houver pra viver / Em nenhuma vai faltar você” expressa a ideia de um amor eterno e inevitável, enquanto as referências aos olhos como “pedras num lago” e “olhos de um mago” trazem um toque de encantamento ao relacionamento.
No desfecho, a canção destaca o amor como origem e renovação: “Com o mesmo amor daquela manhã / Pulsando no peito a mesma maçã”. Assim, "Maçã do Amor" valoriza o amor como missão e entrega, rejeitando qualquer associação com culpa e celebrando a união plena entre dois seres que se completam.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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