
Bordados, Desenho da Vida
Sônia Katherine
Metáforas de autoconhecimento em "Bordados, Desenho da Vida"
A música "Bordados, Desenho da Vida", de Sônia Katherine, utiliza o bordado como uma metáfora clara para a construção da própria existência. No verso “Bordar é voltar pra casa da sagrada descoberta”, a artista sugere que o ato de criar é um retorno ao autoconhecimento, onde cada ponto representa uma escolha ou experiência que compõe o desenho único da vida. O contexto da canção reforça essa ideia ao comparar o bordado ao processo de desenhar o próprio destino, destacando como cada ação e decisão contribui para a tapeçaria pessoal de cada um.
A letra também aborda a dualidade do bordado, como em “Toda agulha é como um sabre / Esconde o lindo, revela o belo”, mostrando que viver envolve tanto desafios quanto descobertas. A expressão “aliança pelo Milagre / No mundo de vibrante paralelo” sugere que bordar, assim como viver, é um pacto com o inesperado e o sagrado, unindo passado ancestral e criatividade. No trecho final, “Bordo e distribuo minha alma”, Sônia Katherine resume a mensagem central: ao criar e compartilhar, ela distribui partes de si mesma, celebrando a liberdade e a beleza de construir a própria história ponto a ponto.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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