
Meu Jeito de Ser / Que Se Chama de Amor
Sorriso Maroto
A dualidade do amor em “Meu Jeito de Ser / Que Se Chama de Amor”
A união das músicas “Meu Jeito de Ser” e “Que Se Chama de Amor”, interpretadas pelo Sorriso Maroto, explora como o amor pode definir a identidade de alguém e, ao mesmo tempo, ser fonte de sofrimento. A letra deixa claro que o narrador construiu seu modo de viver em torno da pessoa amada. Isso fica evidente no verso: “O meu jeito de ser era você, era te amar, não era sofrer”, mostrando que o amor era parte essencial de quem ele era. Com o fim do relacionamento, esse sentimento se transforma em dor, evidenciando uma forte dependência emocional e o vazio deixado pela ausência do outro.
Na segunda parte, a música aprofunda o impacto dessa perda com imagens diretas e marcantes. Trechos como “Como é que uma coisa assim machuca tanto e toma conta de todo o meu ser” e “É um vírus que se pega com mil fantasias” comparam o amor a uma doença que domina e consome. O narrador tenta aliviar o sofrimento “afogando num copo de cerveja” e chegando em casa “embriagado”, o que reforça o tom confessional e a dificuldade de lidar com a solidão. Ao juntar essas duas canções, o Sorriso Maroto homenageia o pagode e mostra como o amor pode ser tanto motivo de felicidade quanto de profunda angústia, uma experiência universal.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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