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Storm The Gates

SOULFLY

Rebelião e ancestralidade em “Storm The Gates” do SOULFLY

“Storm The Gates”, do SOULFLY, transforma a rebelião em um chamado coletivo, onde a força ancestral e o espírito de tribo se tornam armas contra o controle e a ganância. O refrão repetitivo — “Storm the gates” (“Ataquem os portões”) — funciona como um mantra de mobilização, incentivando ação direta e união diante de um sistema opressor. Frases como “Ruin their world / Of shit has come undone / No more control” (“Destrua o mundo deles / A merda desmoronou / Sem mais controle”) deixam claro o desejo de romper com estruturas de poder decadentes e corruptas.

Max Cavalera, líder da banda, já afirmou que a música é um verdadeiro grito de guerra, evocando não só a energia do momento, mas também a proteção e inspiração dos ancestrais, como em “Ancestors, watch over me / Fulfill my prophecy” (“Ancestrais, cuidem de mim / Cumpram minha profecia”). Elementos tribais e referências à coletividade, como “We got the tribe / And that's all we need” (“Temos a tribo / E isso é tudo que precisamos”), reforçam a ideia de resistência comunitária, onde a força está na união e na herança cultural. O verso “Take back the land / Take back the power” (“Retome a terra / Retome o poder”) sintetiza o objetivo da canção: recuperar o que foi perdido ou usurpado, seja território, autonomia ou dignidade. Assim, “Storm The Gates” se apresenta como um hino de protesto, carregado de energia e urgência, convocando todos a se levantarem e lutarem juntos por transformação.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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