
Xitchuketa Marrabenta
Stewart Sukuma
A força cultural da marrabenta em “Xitchuketa Marrabenta”
“Xitchuketa Marrabenta”, de Stewart Sukuma, celebra a marrabenta como símbolo de resistência e identidade moçambicana. Logo nos versos “Eu sou o pé que varre o chão / O pavor da solidão / Afugento a escravidão”, Sukuma associa a dança e a música à superação de traumas históricos, como a escravidão, e à união da comunidade. O convite constante para “vir pra roda” e “reinventar a marrabenta” mostra que a tradição é viva, dinâmica e aberta à participação de todos, valorizando tanto o passado quanto a renovação cultural.
A canção é uma homenagem ao gênero marrabenta, que mistura influências africanas e portuguesas e representa a cultura popular de Moçambique. Isso fica claro quando Sukuma canta: “Marrabenta é a nossa história nossa tradição / Vem do povo que nunca esquece é o canto da nação”. A música coloca a marrabenta no mesmo patamar de importância que o samba ou o carnaval têm para o Brasil, destacando suas raízes humildes e sua capacidade de unir e dar voz ao povo. O tom animado e os comandos de dança, como “gira o corpo”, “tira sapato” e “levanta a poeira”, incentivam a participação e simbolizam a libertação e o orgulho cultural, transformando a canção em um verdadeiro hino de celebração moçambicana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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