Tradução gerada automaticamente

exibições de letras 195

Ja Surua Solkikoivut Soi

Stormheit

Letra

E Assim Soou os Salgueiros

Ja Surua Solkikoivut Soi

E então o sábio da Finlândia partiuJa silloin suomen tietäjä läksi
Pelas águas frias a caminhar,Vesiä ventoja kulkemaan,
Então silenciou a harpa de Väinö,Silloin vaikeni väinön kannel,
A natureza da terra morreu.Kuoli luonto maan.

Então as moças da floresta de metsolaSilloin metsolan metiset piiat
Arrancaram os crucifixos do peito,Ristit riistivät rinnaltaan,
As joias das bordas se despedaçaram,Kullat kulmilta karistivat,
E chorando, buscaram o castelo do derrotadoJa huolivat itkien tapion linnan
Com um manto de luto negroMustahan murhehuntuun
E se esconderam longe na florestaJa kauvas korpehen kätkeytyivät
Na sauna secreta.Saunahan salaiseen.

Então as lindas donzelas fugiramSilloin karkkosi ihanat immet
Terminou o livro das moças do dia,Päättyi kirjat päivyen neien,
A teia da lua se rompeu,Katkesi kuuttaren kangas,
E através dos céus, através da terraJa kautta ilmojen, kautta maan
Soou um imenso grito de lamento:Soi valtava valitushuuto:
Morreu o grande pan da Finlândia,On kuollut suomen suuri pan,
Morreu a canção da natureza!On kuollut luonnon laulu!

Assim ainda a carvalho sueco se ergueuNäin yhä ruotsin rautatammi nousi
E sobre a terra sua nobre copa se levantouJa yli maan sen ylväs latva nousi
Esse carvalho fechou a luz do céuSe tammi taivon valon maasta sulki
E na noite, o povo de coração triste caminhou.Ja yössä kaihomielin kansa kulki.

E os pinheiros sussurravam preocupadosJa hongat humisi huolissaan
Nas terras selvagens da FinlândiaSuomen salomailla
E a tristeza soou nos salgueirosJa surua solkikoivut soi
E os abetos da floresta suspiraram;Ja huokasi korven kuuset;
As ervas delicadas se soltaram,Hellitteli heinät vienot,
As flores de urze choraram,Kuikutti kukat kanervan,
Os amados campos lamentaramAhoset armahat vaikeroi
E os jovens prados choraram.Ja nurmet nuoret itki.
E a harpa de Väinö, sem ecoJa väinön kantelo kaiutonna
Lamentou nas pedras da costaValitti kivillä rannan
E a canção da Finlândia, órfã, infelizJa suomen laulu orpona, onnetonna
Rolou por terras, rolou por pântanos,Vieri maita, vieri soita,
Rolou por sombrias selvas apenasVieri synkkiä saloja vaan
Morrendo de fome.Nääntyen näljissänsä.

E suavemente, cantando em suas cabanasJa hiljaa hyräellen majoissansa
Assim o povo, ansiando pelo dia, cantou:Näin päivää kaipaellen lauloi kansa:
"sempre o dia não brilha,"ain' on päivä paistamatta,
A lua dourada não reluzKuu kulta kumottamatta
Nessas cabanas de Väinölä,Näillä väinölän tuvilla,
Nos campos de Kalevala.Kalevalan kankahilla.
O frio vem para a colheita,Vilu viljalle tulevi,
A vida é horrível para o gado,Karjoille olo kamala,
Estranha é a atmosfera para os pássaros,Outo ilman lintusille,
Triste é para os humanos,Ikävä inehmosille,
Quando nunca o dia brilha,Kun ei konsa päivyt paista,
E a lua não reluz.Eikä kuuhuet kumota.
O lúcio sabia os fundos do lago,Hauki tiesi hauan pohjat,
O águia, o voo dos pássaros;Kokko lintujen kulennan,
O vento trazia a luz do dia;Tuuli haahen päiväyksen;
Não sabem os filhos dos humanos,Ei tieä inehmon lapset,
Quando a manhã começa,Milloin aamu alkanevi,
Quando a noite tenta vir,Milloin yö yrittänevi,
No nariz da névoa da península,Nenässä utuisen niemen,
Na cabeça da ilha de bruma."Päässä saaren terhenisen."

E a alegria do povo ficou em silêncioJa kansan riemu seisoi vaiti vaan
Na porta, sob a viga,Oven suussa, orren alla,
A tristeza, o choro dominouMurhe, itku isännöi
Na terra de Väinö à noite.Väinön maassa yö.
Na prisão andava a língua do povo,Kahlehissa kulki kansan kieli,
Quebraram os muros de proteção da canção da Finlândia,Murtui suomen laulun suojamuurit,
Cortaram as vigas do espírito do povo,Katkes kansanhengen kurkihirret,

Desmoronou o poder da Finlândia.Raunioiksi vajos suomen valta.
Sem semear as colheitas dos kalevalas,Kylvämättä kasket kalevaisten,
Onde outrora crescia o grão do povo,Kussa taannoin kansan vilja kasvoi,
Lá agora apenas a floresta sombria balança;Siellä huojui vaan nyt korpi kolkko;
Ecoava o rugido dos ursos pardos;Kaikui ruske kontioiden;
Onde antes os cucos cantavam,Kussa ennen käkökullat kukkui,
Lá a coruja voou, gritou o mocho.Siellä yökkö lensi, huusi huuhkain.


Comentários

Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

0 / 500

Faça parte  dessa comunidade 

Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Stormheit e vá além da letra da música.

Conheça o Letras Academy

Enviar para a central de dúvidas?

Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

Fixe este conteúdo com a aula:

0 / 500

Opções de seleção