
Amor Que Benze
Sued Nunes
O poder de cura e ancestralidade em “Amor Que Benze”
Em “Amor Que Benze”, Sued Nunes utiliza expressões como “coração de curandeiro” e “amor tempero de feijão” para associar o afeto ao poder de cura e à ancestralidade. A artista conecta o amor ao cotidiano e à espiritualidade popular do Recôncavo Baiano, usando imagens ligadas à culinária e à religiosidade, como “ajoelhar pra ter em reza” e “amor tempero de feijão”. Essas referências reforçam a ideia de que o amor é tanto alimento quanto bênção, funcionando como um elo entre o sagrado e o mundano na vida das pessoas.
A letra transita entre desejo e cuidado, apresentando o amor como uma força protetora e transformadora. Quando Sued canta “no meu amor de bença, meu amor que benze”, ela sugere que o relacionamento é fonte de proteção espiritual, em sintonia com tradições como as festas de largo e o samba de roda, onde fé e celebração se misturam. O verso “hoje não tem penitência, não tem nada pra doer” indica um momento de alívio e entrega, em que o amor é vivido sem culpa ou sofrimento, apenas como prazer e aconchego. O tom acolhedor aparece também em “carinho, toque no casco, mexer não 'ranca' pedaço”, valorizando o toque e o afeto simples do dia a dia. Já “beijo bom é beijo melaço” destaca a doçura e a intensidade do contato físico, características das relações calorosas da cultura popular baiana. Assim, Sued Nunes celebra o amor como força vital, cura e expressão de identidade cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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