
O Candeeiro
Sulino e Marrueiro
Memórias e saudade no sertão em “O Candeeiro”
A música “O Candeeiro”, de Sulino e Marrueiro, retrata com sensibilidade a importância dos objetos simples do cotidiano rural, como o candeeiro e o carro de boi, na construção da memória afetiva e da identidade. O candeeiro, além de iluminar o ambiente, simboliza a luz das lembranças da infância e da convivência familiar, especialmente entre pai e filho durante as tarefas do campo. A repetição do verso “Que saudade, que saudade / Desse tempo que se foi” reforça o tom nostálgico e destaca o valor das experiências vividas no sertão.
A letra descreve cenas típicas da vida rural, como o trabalho com a boiada, o retorno ao entardecer e o acolhimento materno, transmitindo carinho e simplicidade. Os bois Bargado e Solidão, ao serem nomeados, ganham personalidade e refletem sentimentos de companhia e solidão, comuns na rotina do campo. Elementos como o “carro cantando bonito” e o “poeirão” trazem imagens e sons marcantes, intensificando a vivacidade das lembranças. No final, a menção às lágrimas derramadas ao escrever a canção mostra a força da saudade e o quanto essas memórias rurais moldaram a identidade e os sentimentos do narrador.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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