
Dorothy
Sulli
Identidade e vulnerabilidade em "Dorothy" de Sulli
Em "Dorothy", Sulli utiliza a figura da personagem de "O Mágico de Oz" para explorar a complexidade da identidade humana. Ao mencionar diferentes versões de Dorothy — como "Dorothy do ciúme", "Dorothy do amor" e "Dorothy da verdade" —, a artista mostra que cada pessoa é formada por múltiplas camadas e sentimentos, muitas vezes contraditórios. Essa repetição de nomes sugere que ninguém é apenas uma coisa: somos frágeis, esperançosos, invejosos, corajosos e, por vezes, contraditórios, como ilustrado em "Dorothy do deserto" e "Dorothy do iceberg". O contexto da música e declarações de Sulli reforçam que ela quis expor sua própria vulnerabilidade e as lutas internas, tornando a canção um retrato honesto de suas emoções.
A mudança do instrumental, que vai de uma balada suave para o drum and bass, acompanha essa jornada emocional, representando os altos e baixos da busca por sentido em meio à confusão do mundo. Trechos como “o ar está vazio com sonhos esquecidos” e “mesmo que o paraíso não exista mais, uma oração para o futuro nas profundezas da água” misturam esperança e desilusão, mostrando o desejo de encontrar propósito mesmo diante das dificuldades. Ao repetir "Dorothy" quase como um mantra, Sulli expressa a tentativa de se reconhecer entre tantas versões de si mesma, convidando o ouvinte a aceitar todas as suas faces, inclusive aquelas que preferimos esconder.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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