
Castelo de Cartas
SYRO
Relações frágeis e despedida em "Castelo de Cartas"
Em "Castelo de Cartas", SYRO utiliza a metáfora do castelo de cartas para mostrar a fragilidade de um relacionamento que, apesar dos sonhos e planos, pode desmoronar facilmente. Nos versos “Eu tinha planos de ser rei / E tu rainha do meu reino / Num castelo onde as cartas não pudessem cair”, o artista revela o desejo de construir algo sólido, mas reconhece que a realidade é bem diferente. A letra destaca a responsabilidade compartilhada pelo fim da relação: “Aos teus olhos eu errei / E ao mesmo tempo tu nos meus também”, mostrando que ambos contribuíram para o desgaste.
A música traz uma atmosfera melancólica, marcada por imagens de despedida e solidão, como em “Chega a casa antes das onze / Pra eu me despedir / Um beijo no rosto / Deixa a lágrima cair”. O ato de se despedir antes do fim definitivo e a insônia persistente reforçam o sofrimento e a dificuldade de seguir em frente. Ao dizer “Desarrumo a memória / Pra te encontrar e dizer”, SYRO expõe o esforço de revisitar lembranças para entender o que deu errado e, talvez, buscar reconciliação. No final, o artista expressa confusão e arrependimento: “Eu cantei / Aos ventos gritei / Pra chegar ao fim / E não saber quem é que errou”, ressaltando que, em relações frágeis, a culpa raramente é de uma só pessoa. A canção se destaca pela honestidade emocional e pela reflexão sobre a impermanência dos laços afetivos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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