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Castelo Sem Luz: A Canção Proibida de Drácula

Taberna das Lendas

Humanidade e luto em “Castelo Sem Luz: A Canção Proibida de Drácula”

A música “Castelo Sem Luz: A Canção Proibida de Drácula”, da Taberna das Lendas, apresenta um olhar sensível sobre a figura de Drácula, destacando sua humanidade e vulnerabilidade diante da perda. Em vez de retratá-lo apenas como vilão, a letra mostra que sua transformação em "monstro" é consequência do sofrimento causado pela morte de Lisa, sua amada, que foi queimada injustamente por medo e intolerância. O verso “Mas foi por amor / Que sangrou o arcano” evidencia que a origem de sua fúria e dos pactos sombrios está ligada ao amor perdido, e não à maldade pura.

A narrativa acompanha Drácula em sua trajetória do luto à vingança e, por fim, à resignação. O castelo escuro simboliza seu isolamento e a ausência de esperança, enquanto o retrato de Lisa na lareira apagada reforça que ela era sua “luz”. A chegada do herdeiro Belmont, tradicional caçador da lenda, traz um confronto que vai além do físico, pois até o adversário reconhece a dor do conde: “Pois no olhar do conde / Havia um chorar”. No final, Drácula se entrega ao repouso “entre cinzas e flor / com o nome de lisa cravado em amor”, sugerindo redenção e o fim do ciclo de ódio. A canção transforma a lenda em uma reflexão sobre as consequências da intolerância e o desejo universal de descanso e reconciliação.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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