
Que As Crianças Cantem Livres
Taiguara
Esperança e resistência em “Que As Crianças Cantem Livres”
A música “Que As Crianças Cantem Livres”, de Taiguara, usa imagens do cotidiano e da natureza para expressar resistência e esperança durante a ditadura militar no Brasil. Elementos como o “vento forte que quebra as telhas e vidraças” e o “livro sábio que deixa em branco o que não é” funcionam como metáforas para a repressão e a censura, mostrando como o regime tentava silenciar vozes e apagar histórias. No entanto, a letra também sugere que nem tudo pode ser controlado, indicando que a liberdade e a criatividade sobrevivem mesmo sob opressão.
O verso “E que as crianças cantem livres sobre os muros” é central na canção: as crianças simbolizam o futuro e a inocência, enquanto cantar “sobre os muros” representa a superação de barreiras e a busca pela liberdade de expressão. A repetição de “O amanhã é seu, o amanhã é seu, o amanhecer” reforça a confiança em dias melhores, mesmo diante das dificuldades. O contexto em que Taiguara escreveu a música, marcado por censura e perseguição, torna esses versos ainda mais potentes. Ao pedir que “o passado abra os presentes pro futuro”, o artista destaca a importância de aprender com a história para construir um tempo de liberdade e esperança. Assim, a canção transmite uma mensagem de sonho e luta, defendendo que as próximas gerações possam, finalmente, cantar livres.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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