
Duna
Taís Alvarenga
Duna: Memórias e Mudanças nas Areias do Tempo
A música "Duna" de Taís Alvarenga é uma reflexão poética sobre a passagem do tempo e as mudanças inevitáveis que ele traz. A letra utiliza a metáfora das dunas, que são montes de areia que se movem com o vento, para representar a impermanência e a constante transformação da vida. As dunas, que mudam de posição e não têm uma direção fixa, simbolizam a dificuldade de retornar ao passado e a incerteza do futuro.
A canção também evoca memórias de um tempo mais simples e feliz, representado pelo "menino todo pluma leve" e a "praia de ouro e areia e delírio". Essas imagens nostálgicas contrastam com a realidade atual, onde as "fotos amarelas de um verão" e as "pegadas perdidas" indicam que esses momentos são agora apenas lembranças. A letra sugere um desejo de voltar a esses tempos, mas reconhece que as mudanças são inevitáveis e que o passado não pode ser recuperado.
Além disso, a música aborda a ideia de liberdade e plenitude, descrita como um "chão do paraíso" habitado por "desejos plenos e livres". Essa visão idealizada do passado serve como um contraponto à incerteza e à transitoriedade do presente. A repetição da palavra "duna" ao longo da canção reforça a ideia de movimento e mudança constante, enquanto a referência à "lei da Lua" e à "maré cheia" sugere que essas transformações são naturais e inevitáveis, regidas por forças maiores do que nós.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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