
Cicatrizes do Tempo
TakaB
Reflexões sobre superação e legado em “Cicatrizes do Tempo”
A música “Cicatrizes do Tempo”, de TakaB, aborda de maneira sensível como as experiências difíceis e os desafios pessoais deixam marcas profundas, mas também contribuem para o crescimento e a transformação. O verso “o fogo queima nossos sonhos para prender os véus do destino que cobrem os céus” mostra como as adversidades podem consumir esperanças, ao mesmo tempo em que revelam verdades sobre o próprio destino. Já a frase “as cinzas da guerra sempre são cruéis” reforça que traumas, sejam individuais ou coletivos, deixam cicatrizes, mas também podem ensinar e fortalecer.
A letra alterna entre momentos de melancolia e esperança, refletindo sobre a pressão de corresponder às expectativas dos outros e a importância de trilhar o próprio caminho: “No equilíbrio entre se manter ou fazer ruir, infelizmente só você pode construir”. TakaB destaca que o verdadeiro legado não é apagado pelas dificuldades (“cinzas”) e alerta para o risco de viver apenas de sonhos, comparando isso a um “precipício próprio”. Ao dizer “sou cronicamente falho, oniricamente caio”, o artista reconhece suas vulnerabilidades, mas também aponta para a possibilidade de recomeço e autocuidado: “daqui pra frente é dia, independente do Sol”. O final da música traz uma mensagem de aceitação e esperança, valorizando o que foi construído apesar das cicatrizes e incentivando a confiança no próprio legado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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