
Ela É Boa
Tamyris Moiane
Superação do preconceito e força feminina em “Ela É Boa”
Em “Ela É Boa”, Tamyris Moiane utiliza a repetição da frase “mas ela é boa, é sim, de corpo e alma” para reforçar a verdadeira essência da protagonista, que vai além das aparências e dos boatos. A música foi escrita como uma resposta direta à tendência social de julgar mulheres independentes e fortes, mostrando como a inveja e o preconceito distorcem a imagem dessas mulheres. Tamyris expõe rumores maldosos, como supostos casamentos, separações rápidas e insinuações sobre a origem do padrão de vida da personagem: “Dizem que até o carro não é dela / E quem paga as suas contas é o corpo dela”.
A letra desmonta essas narrativas ao afirmar que a protagonista nunca se casou e é uma “moça de família”, sendo julgada apenas por sua força e independência. Ao repetir “não dá pra crer no que falam lá na banda”, Tamyris convida o ouvinte a questionar a veracidade dos boatos e a enxergar além das aparências, valorizando a integridade e dignidade da personagem. Dessa forma, “Ela É Boa” se destaca como um hino de resistência ao preconceito e à maledicência, celebrando a autenticidade e a força feminina diante dos julgamentos sociais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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