
Pagã
Tânia Alves
Magia, desejo e ancestralidade em “Pagã” de Tânia Alves
Em “Pagã”, Tânia Alves explora o universo da sedução e do poder feminino por meio de referências a práticas místicas e rituais ancestrais. Elementos como “chá de mandrágora” e “pó de calêndula” aparecem na letra para mostrar a busca da personagem por encantamento e conquista, associando esses ingredientes a tradições esotéricas e à magia. O pedido às “deusas do céu, do ar” para ajudar a “conquistar o coração de um Deus” reforça a ideia de que a personagem recorre a forças ocultas e femininas para alcançar seus desejos. Imagens sensuais, como “volúpias à beira mar” e “flores pra te perfumar com cheiro de amor”, intensificam o clima de sedução e mistério.
A canção também amplia seu contexto ao citar “orgias em Bagdá” e invocar divindades femininas, conectando a narrativa a culturas antigas em que erotismo, sagrado e profano se misturavam em rituais de celebração. O ambiente noturno, com “noite de lua” e “o sol no poente”, cria uma atmosfera de transformação e mistério, enquanto o mar, descrito como “o mar nunca mente”, simboliza a verdade e a profundidade emocional. Assim, “Pagã” constrói uma história em que sensualidade, magia e ancestralidade se unem, expressando o desejo de ir além do comum por meio do encantamento e da conexão com forças femininas e arcaicas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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