Corvos Sobre o Campo
Tantra
Reflexão sobre mudanças e aceitação em “Corvos Sobre o Campo”
Em “Corvos Sobre o Campo”, da banda Tantra, a escolha dos corvos como símbolo central faz referência direta à pintura “Campo de Trigo com Corvos”, de Van Gogh. A letra utiliza imagens como “céu azul, campo amarelo” para reforçar a ligação visual com a obra do pintor, criando uma atmosfera de inquietação e presságio. A aproximação dos corvos sugere a chegada de algo inevitável, como um fim ou uma transformação, mas sem transmitir pânico. Isso fica claro nos versos: “E não há porque se assustar / Deixa o medo entrar no seu coração”, que propõem aceitar o medo como parte do processo de mudança, em vez de negá-lo.
A música também aborda a reconstrução a partir de conflitos, como em “Construir meu castelo / Com as pedras que eu te atirei”. Aqui, experiências negativas são transformadas em aprendizado e crescimento, mostrando que até situações dolorosas podem ser ressignificadas. O refrão “Nada vai durar / As maldades serão coisas belas enfim” reforça a ideia de impermanência e a possibilidade de encontrar beleza ou redenção no sofrimento. O convite final, “Abra os olhos, então / Olha os corvos sobre o campo”, chama o ouvinte à consciência e à aceitação da realidade, mesmo quando ela parece sombria. A letra se inspira tanto na arte de Van Gogh quanto na visão poética do filme de Kurosawa, unindo referências visuais e filosóficas para refletir sobre a transitoriedade da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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