
A Cidade Sabe
Tarcísio do Acordeon
Exposição da dor amorosa em "A Cidade Sabe" de Tarcísio do Acordeon
Em "A Cidade Sabe", Tarcísio do Acordeon retrata o sofrimento amoroso de um protagonista cuja dor se torna pública, transformando sua vida íntima em assunto de toda a cidade. A letra mostra como o personagem está preso em um ciclo de angústia, usando expressões como "filme sem fim" e "labirinto" para ilustrar a sensação de repetição e falta de saída. Mesmo diante da "má fama" da amada e de sua indiferença — evidenciada no verso "Põe outro na cama nem liga pra mim" —, ele permanece apaixonado, aceitando até ser apenas amigo, o que intensifica ainda mais seu sofrimento emocional.
A música também aborda a busca por alívio na companhia dos amigos e no bar, mas deixa claro que nada disso preenche o vazio deixado pela ausência da pessoa amada. O verso "Pra desabafar só mesa de bar / Deixe te chamar de pé de balcão" mostra o bar como refúgio, mas não resolve a solidão do protagonista. Nos versos finais, metáforas como querer ser "a água" para matar a sede da amada, "a maquiagem" para estar em seu rosto, ou "o aeroporto" para ela pousar, revelam o desejo de estar presente em todos os momentos da vida dela, mesmo que de forma indireta. O trecho "Vou reencarnar em um outro corpo / Mesmo estando morto vou te procurar" reforça a ideia de um amor intenso e persistente, que ultrapassa até os limites da vida, mostrando uma devoção que resiste ao sofrimento e à rejeição.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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