
Chiou Chinela
Targino Gondim
Cotidiano e festa nordestina em “Chiou Chinela”
Em “Chiou Chinela”, Targino Gondim transforma o som do “chiado da chinela” no salão em um símbolo da alegria e da autenticidade das festas juninas nordestinas. Ao destacar esse detalhe, o artista valoriza o cotidiano simples e mostra como elementos comuns, como o barulho das sandálias no piso, fazem parte da experiência coletiva do forró. Esse chiado não é apenas um ruído, mas sim um componente essencial que marca o ritmo e reforça a energia do salão, conectando os dançarinos à música e à tradição.
A letra cria um cenário aconchegante e animado, com versos como “Nós numa sala rebocada / Daquele jeitinho / O salão tava apertado / A gente bem juntinho”, que transmitem a intimidade e o calor humano das festas populares. O amanhecer e o pedido para “apagar o lampião” sugerem uma noite inteira de dança e celebração, onde o tempo parece parar diante do prazer da música. Assim, “Chiou Chinela” vai além de exaltar o forró: celebra a cultura nordestina e seus pequenos rituais de felicidade compartilhada, mostrando como a simplicidade do cotidiano pode ser fonte de alegria e união.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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