
Nós Vestimos Branco
Tássia Reis
Resistência e identidade em "Nós Vestimos Branco" de Tássia Reis
Em "Nós Vestimos Branco", Tássia Reis propõe um olhar de respeito às tradições afro-brasileiras, mesmo para quem não as compreende totalmente. O verso repetido “Mesmo que não entenda tanto / Que aprenda a respeitar” funciona como um chamado direto à tolerância e à valorização dessas práticas. A artista destaca o costume de vestir branco às sextas-feiras, em homenagem a Oxalá, como um gesto de resistência cultural e afirmação de identidade, ressaltando a importância de manter vivas as raízes e rituais herdados dos ancestrais.
A letra traz referências claras às religiões de matriz africana, especialmente a Oxalá, figura ligada à paz, pureza e criação. Trechos como “Branco a alvorada, fundamento desde a criação / A partir do barro, trabalho de arte em construção” conectam o ato de vestir branco à ideia de origem e renovação, associando-o à própria gênese da vida e à espiritualidade. Ao dizer “Formando memória, revivendo a história / Pra contar”, Tássia Reis reforça o papel da tradição como resistência e transmissão cultural, defendendo que o respeito é fundamental para a convivência e para a valorização da diversidade religiosa no Brasil.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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