
Cruzada
Tavinho Moura
A busca por refúgio e afeto em “Cruzada” de Tavinho Moura
Em “Cruzada”, Tavinho Moura aborda a necessidade de proteção e afeto diante da insegurança das grandes cidades. O verso “Não sei andar sozinho por essas ruas / Sei do perigo que nos rodeiam” expressa claramente o medo e a vulnerabilidade do eu lírico, que se sente ameaçado pelo ambiente urbano. Em contraste, a repetição de “tudo me acalma no seu olhar” mostra que o olhar da pessoa amada se torna um porto seguro, capaz de trazer tranquilidade mesmo quando não há “sinal de sol” ou “sinal de paz”. Esse contraste reforça a ideia de que, em meio ao caos, a conexão afetiva é fundamental para encontrar equilíbrio emocional.
A música também destaca a identificação e empatia entre os personagens, como no verso “Você parece comigo”, sugerindo que ambos compartilham as mesmas inseguranças e desejos de proteção. A dualidade humana aparece nos versos “Você também se dá um beijo / Dá abrigo / Se dá um riso / Dá um tiro”, indicando que a mesma pessoa pode oferecer carinho e abrigo, mas também reagir com agressividade diante do perigo. Por fim, o desejo de “não ter mais sangue morto nas veias” revela a busca por vitalidade e renovação, encontrando no abraço e na presença do outro a força necessária para enfrentar as dificuldades do cotidiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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