
Páginas Amarelas
Taxi
Crítica à superficialidade em "Páginas Amarelas" do Taxi
"Páginas Amarelas", da banda Taxi, faz uma crítica irônica à dependência de soluções rápidas e impessoais, simbolizadas pelo famoso catálogo telefônico comercial dos anos 80. O refrão repetitivo – “Estou mesmo farto, farto delas” – evidencia o cansaço diante da ideia de que todas as respostas estariam facilmente disponíveis, mas sem trazer satisfação verdadeira. Na época, as páginas amarelas eram vistas como sinônimo de praticidade, mas a música subverte esse símbolo, mostrando-o como reflexo da superficialidade e da falta de conexão entre as pessoas.
A letra destaca a frustração de quem “já não sabe para onde ir” e só recebe livros e guias para consultar, em vez de conselhos sinceros ou experiências reais. Quando o vocalista diz “Não sei de nada, nem quero saber / Um dia destes vou deixar de ler”, ele expressa o desejo de romper com a rotina mecânica de buscar respostas em fontes frias e distantes. O tom irônico cresce ao mostrar que, mesmo com toda a informação à disposição, a “boa solução” nunca aparece. Assim, a música faz uma crítica direta à ilusão de que informação fácil pode substituir o contato humano e a vivência autêntica, defendendo mais autenticidade e menos fórmulas prontas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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