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Dominicana

Tego Calderón

Identidade e celebração afro-caribenha em “Dominicana”

Em “Dominicana”, Tego Calderón utiliza a sensualidade e o clima tropical como símbolos de liberdade e celebração da identidade afro-caribenha. A música vai além de um simples romance, pois reinterpreta o clássico “Ojos Chinos” de El Gran Combo, homenageando a cultura negra e a irmandade entre Porto Rico e República Dominicana. Calderón reforça o orgulho das mulheres afro-antilhano, especialmente ao repetir versos como “Mi negrita linda tiene chiquitito los ojitos”, destacando a beleza e o valor dessas mulheres dentro do contexto caribenho.

A letra mistura imagens de prazer descomplicado e natureza exuberante, como em “El dia esta pa' bellaquiarla debajo de una palma” e “Hagamos el amor en la fauna, silvestre” (Vamos fazer amor na natureza, selvagem), usando metáforas sensuais para sugerir encontros íntimos sem ser vulgar. O uso de gírias como “retozen” e expressões como “pa' vacilar” reforça a autenticidade caribenha e aproxima a canção do cotidiano das comunidades afro-latinas. Ao mencionar viagens entre Porto Rico e República Dominicana, Tego destaca a conexão cultural e afetiva entre os povos, transformando a música em um convite para celebrar, relaxar e se orgulhar das raízes. Tudo isso é embalado por uma atmosfera leve e descontraída, fiel ao espírito do reggaeton e da salsa que inspiram a faixa.

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