
Tatuagem
Telma Lee
A permanência do amor em "Tatuagem" de Telma Lee
Em "Tatuagem", Telma Lee utiliza a imagem da tatuagem para expressar a força e a permanência de um amor que se tornou parte essencial da identidade da narradora. O verso “Mas esse amor tatuado no meu peito / Nem o tempo apaga / Nem o vento desaba” deixa claro que esse sentimento é profundo e resistente, permanecendo mesmo diante do tempo e das dificuldades. A música aborda a ideia de que certos amores deixam marcas impossíveis de serem removidas, tornando-se inseparáveis da própria pessoa.
A letra também revela um processo de autodescoberta e aceitação. Trechos como “Demorei um, dois, três, muitos anos / Pra perceber que tudo o que eu preciso és tu” e “Eu inventei mil sonhos / Buscando milagres quando a solução eras tu” mostram a busca da narradora por felicidade em outros caminhos, até perceber que esse amor é insubstituível. A metáfora da roleta em “joguei o meu destino numa roleta / Mas o meu número da sorte és tu” reforça a ideia de que, apesar das tentativas de seguir em frente, o destino sempre a leva de volta à mesma pessoa.
A repetição de frases como “Você não sai da minha cabeça” e “Você não sai da minha vida” evidencia o apego emocional e a dificuldade de superar esse sentimento. Mesmo com esforços para esquecer, como em “Apago a luz para não te ver / Carrego a cruz para te esquecer / Corro para longe / Mas quero estar perto”, a música mostra que esse amor permanece vivo e marcante, como uma tatuagem na alma.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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