
Casaco Verde
Teodoro e Sampaio
O simbolismo do objeto em "Casaco Verde" de Teodoro e Sampaio
Em "Casaco Verde", Teodoro e Sampaio transformam um objeto cotidiano em símbolo profundo de saudade e esperança. O casaco deixado pela amada não é apenas uma lembrança material, mas se torna o centro emocional da narrativa. A cor verde, tradicionalmente ligada à esperança, reforça o desejo do protagonista de rever quem partiu. O casaco ganha vida própria na letra, como nos versos: “Soberbo parece conversar comigo / Querendo provar que é meu amigo / Pois somente ele não me abandonou”. Aqui, o objeto assume o papel de companhia e consolo, quase como um personagem que ameniza a solidão do narrador.
A música constrói um clima de isolamento e sofrimento, evidenciado em trechos como: “Os vizinhos verem as luzes acesas / Pois sabem que estou quase alucinado”. O protagonista se apega a detalhes do cotidiano, como o perfume nas roupas de cama e o calendário marcado com o dia da despedida, para manter viva a presença da amada. O gesto de “beijando o casaco / Para adormecer com ele nos braços” mostra como a saudade pode transformar objetos simples em refúgios emocionais. Assim, a letra revela de forma direta a dor da ausência, o apego às memórias e a esperança persistente de reencontro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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