Não Sou Fadista de Raça
Teresa Tarouca
Tradição e autenticidade em “Não Sou Fadista de Raça”
A música “Não Sou Fadista de Raça”, interpretada por Teresa Tarouca, aborda o conflito entre tradição e autenticidade no universo do fado. A narradora deixa claro que não nasceu no Capelão, bairro tradicionalmente ligado ao fado em Lisboa, e não usa os trajes típicos como a “negra chinela” ou a “saia de lista”. Mesmo assim, ela reivindica para si a verdadeira essência fadista, mostrando que o sentimento e a ligação pessoal com o fado são mais importantes do que a origem ou os símbolos externos.
A canção também presta homenagem à história do fado ao citar figuras como o Conde de Vimioso, importante para a consolidação do gênero e conhecido por tocar guitarra nas noites da Rua do Capelão. Ao dizer “tirei suspiros ao vento, olhei um pouco o passado, busquei do mar o lamento e fiz assim o meu fado”, a narradora mostra que sua identidade fadista é construída a partir de experiências, memórias e emoções. Dessa forma, “Não Sou Fadista de Raça” valoriza a tradição, mas propõe uma visão mais aberta, onde a entrega pessoal e o sentimento são tão legítimos quanto a herança cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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