
Dedo Na Viola
Tereza Gama
Celebrando o samba coletivo em “Dedo Na Viola” de Tereza Gama
Em “Dedo Na Viola”, Tereza Gama utiliza a expressão “meti o dedo na viola” para simbolizar mais do que apenas tocar o instrumento. Aqui, ela representa a iniciativa de quem começa uma roda de samba, trazendo espontaneidade e energia para o partido alto. O refrão “isquidim dim, na viola” reproduz o som da viola e reforça o clima descontraído e festivo típico desse estilo, onde a improvisação e o diálogo entre os músicos são fundamentais.
A letra valoriza tanto a habilidade do músico quanto a força coletiva do samba. Trechos como “um pagode de primeira cheio de remandiola / começa quando, começa compadre, mas pra terminar não tem hora” mostram que o samba é vivido sem pressa, como um encontro que se prolonga enquanto houver alegria. A referência aos “cinco dedos na palheta, cinco dedos na viola / cinco dias de pagode ninguém pensa em ir embora” destaca a entrega total à música e à festa. Já versos como “quem está de fora não entra / nem sai de dentro pra fora / quero deixar na saudade / arruma que pisou na bola” indicam que a roda de samba é um espaço de pertencimento, mas também de respeito às regras do grupo. Assim, a música convida à celebração, ao improviso e ao respeito mútuo, elementos centrais na tradição do samba.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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