Mares Potiguares
Terezinha de Jesus
Identidade e celebração cultural em "Mares Potiguares"
A música "Mares Potiguares", de Terezinha de Jesus, destaca a diversidade e a riqueza cultural do povo potiguar. Logo no início, a frase “as potiguares são iguais, mas de potes diferentes” mostra como, apesar das tradições e raízes em comum, cada pessoa tem sua própria história e identidade. Essa ideia se desenvolve ao longo da canção, que cita comidas típicas como caju de Pirangi, mangaba, siriguela, tapioca e peixe frito. Essas referências não apenas evocam sabores regionais, mas também memórias afetivas e o cotidiano do Rio Grande do Norte.
A letra também traz elementos históricos e culturais marcantes, como a menção ao “bornal de Lampião”, que conecta a música à história do cangaço e à resistência do Nordeste. As danças tradicionais – frevo, xaxado, baião – e instrumentos como o zabumba reforçam o clima de celebração. Expressões carinhosas como “um cheiro no cangote” e “um chamego danado” aproximam o ouvinte do afeto e da alegria típicos da região. O jogo de palavras entre “água de coco”, “beijo na boca” e “bejú de coco” mistura desejo, prazer e tradição, mostrando como a cultura potiguar é feita de encontros, sabores e sentimentos. "Mares Potiguares" é, assim, um retrato vibrante do orgulho e da identidade do Nordeste, valorizando tanto o que une quanto o que diferencia cada pessoa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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