
Navega
Thaïs Morell
Reflexão sobre autodescoberta e aceitação em “Navega”
Em “Navega”, Thaïs Morell utiliza a metáfora da navegação, inspirada nas experiências do navegador Amyr Klink, para abordar a jornada de autodescoberta. A repetição dos versos “Vento, ventou, ventei / Remo, remou, remei / Sozinha me perdi e me encontrei” destaca o processo de se perder e se reencontrar, mostrando que a vida é feita de incertezas, tentativas e aprendizados. O mar, com seu som constante, simboliza tanto o fluxo da existência quanto a serenidade possível mesmo diante das dificuldades.
A música também traz uma mensagem de aceitação pessoal, especialmente nos versos “Quero me perdoar / Por não ser quem sonhei / Mas quero agradecer e celebrar / O ser que me tornei”. Thaïs Morell propõe um olhar generoso para si mesma, reconhecendo que nem sempre se atinge o ideal imaginado, mas que há valor no caminho percorrido e na pessoa que se tornou. O trecho “Parece que os ventos vem, sopram sim / Mas no final dizem: Não navega” sugere obstáculos e momentos de desânimo, enquanto a repetição de “O som das ondas do mar me leva” reforça a ideia de entrega e confiança no próprio percurso, mesmo diante das dúvidas. A atmosfera leve e introspectiva da canção, junto à sua sonoridade híbrida, reforça essa mensagem de aceitação e celebração da trajetória pessoal.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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