
Chains
The Beatles
A dualidade do amor em "Chains" dos Beatles
Em "Chains", os Beatles utilizam a metáfora das correntes para mostrar como o amor pode ser, ao mesmo tempo, envolvente e limitador. O verso “My baby's got me locked up in chains / And they ain't the kind that you can see” (Minha garota me prendeu em correntes / E elas não são do tipo que você pode ver) deixa claro que essas correntes são invisíveis, representando laços emocionais que restringem a liberdade do narrador, mesmo sem serem físicas.
A música foi composta por Gerry Goffin e Carole King, e ficou conhecida inicialmente com as Cookies antes de ser gravada pelos Beatles. Esse contexto reforça como o sentimento de estar "preso" por amor é universal. A repetição de “chains of love got a hold on me” (correntes de amor me prenderam) destaca o quanto o narrador se sente cativo, incapaz de agir livremente, como em “Can't run around / 'Cause I'm not free” (Não posso sair por aí / Porque não sou livre). Apesar de reconhecer o desejo e a doçura do relacionamento, como em “I'd like to love you / But darling, I'm imprisoned by these chains” (Eu gostaria de te amar / Mas, querida, estou aprisionado por essas correntes), existe uma tensão constante entre o prazer do afeto e o desconforto da restrição. Assim, "Chains" aborda a dualidade dos relacionamentos amorosos, mostrando como o apego pode ser fonte de alegria e, ao mesmo tempo, de limitação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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