
Belial
The Gallo
A crítica ao mal humano e histórico em “Belial” do The Gallo
Em “Belial”, o The Gallo utiliza o nome de uma figura demoníaca para abordar o mal de forma direta e perturbadora, indo além do simbolismo religioso tradicional. A música explora a perversidade humana em sua forma mais crua, usando imagens fortes como “o fundo do vaso sanitário” de onde “os mortos estendem as mãos”. Essas metáforas reforçam a ideia de que o mal não é apenas uma entidade externa, mas algo que surge dos lugares mais desprezados e ocultos da sociedade e do indivíduo. O simbolismo de Belial, associado à corrupção e à ausência de pureza, serve como base para essa reflexão.
A letra trata de temas extremos como prostituição, estupro, assassinato e guerra, sem suavizar o impacto dessas palavras. Ao mencionar explicitamente crimes contra mulheres de todas as idades, a música denuncia a banalização da violência e a hipocrisia social. A referência à “paz inventada pelas forças aliadas” e o ato de cuspir sobre ela antes de “ir para o paraíso” funcionam como uma crítica à falsa moralidade e à história oficial que encobre atrocidades. O refrão enigmático “日、中、満、日、対、面、印” (Japão, China, Manchúria, dia, confronto, face a face, selo) sugere um pano de fundo de conflitos históricos, reforçando a ligação entre o mal individual e o coletivo, como visto em guerras e genocídios. A estética visual kei do The Gallo, marcada pelo horror e pelo simbolismo religioso, intensifica o tom sombrio da música, tornando “Belial” uma exposição crua da persistência do mal na experiência humana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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