
October & April (feat. Anette Olzon)
The Rasmus
Duelos opostos em “October & April (feat. Anette Olzon)”
“October & April (feat. Anette Olzon)” ficou de fora de Black Roses por “não se alinhar ao conceito” do álbum, e isso espelha o próprio enredo: um amor que não se encaixa. A busca por parceira de dueto — convite inicial a Tarja Turunen, gravação com Anette Olzon e versão alternativa com Lena Katina — reforça que “abril” funciona como arquétipo de luz em contraste com o “outubro” sombrio, não como uma pessoa específica. Essa alternância de vozes também dá forma à ideia central do The Rasmus: polos opostos que se atraem, mas não coexistem.
Na letra, a dualidade vira choque de estações e temperaturas. Ela é “April sky” (céu de abril), amanhecer, degelo e calor; ele é “frozen sky in October night” (céu congelado na noite de outubro), nuvem escura e lua fria. A atração é intensa, porém perigosa: o refrão insiste que eles estão “worlds apart” (em mundos diferentes), e as imagens de risco — “loaded guns” (armas carregadas), “fatal touch” (toque fatal), “final thrill” (último arrepio) — apontam para um romance que “was bound to kill” (estava fadado a matar). O dueto entre Lauri Ylönen e Anette Olzon encarna esses extremos — uma voz mais sombria contra outra luminosa — e sublinha o resultado: um encontro breve, intenso e autodestrutivo. No fim, outubro e abril não convergem; resta a melancolia fria de algo belo, mas condenado desde o primeiro passo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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