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The End Has No End

The Strokes

Ciclos e ironia em "The End Has No End" dos The Strokes

Em "The End Has No End", The Strokes exploram a sensação de estar preso em ciclos intermináveis, usando a repetição do verso “The end has no end” (“O fim não tem fim”) para ironizar a busca por encerramentos definitivos na vida. A letra sugere que, por mais que se tente mudar, tudo acaba voltando ao ponto de partida, como fica claro em “two steps forward, then three steps back” (“dois passos à frente, depois três para trás”). Esse sentimento de frustração diante da rotina e da monotonia é reforçado pelo tom descontraído e levemente irônico da música, que transmite resignação diante da dificuldade de romper com padrões repetitivos.

A música também faz referências a momentos históricos, como em “1 9 6 9 what's that sound?” (“1 9 6 9, que som é esse?”) e “keeping down the underground” (“mantendo o underground reprimido”), sugerindo que até movimentos de rebeldia e contracultura acabam sendo absorvidos pelo sistema, perpetuando o ciclo. O uso de datas como 1969 e 1963 reforça a ideia de que, independentemente da época, as mesmas dinâmicas se repetem. Assim, The Strokes criam uma narrativa que mistura reflexão, sarcasmo e acessibilidade, mostrando que a busca por mudanças definitivas muitas vezes esbarra na repetição inevitável da vida.

Composição: Julian Casablancas. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.

Traduzida por //mariana. Legendado por Is. Revisões por 2 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.



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