
The Kids Are Alright
The Who
Juventude mod e autocuidado em “The Kids Are Alright”
O refrão de “The Kids Are Alright”, do The Who, não é só autoafirmação juvenil; também legitima sair de cena sem culpa. “I don’t mind other guys dancing with my girl” (Não me incomodo que outros caras dancem com minha garota) aponta confiança num círculo social seguro. Já “I must get out in the light / Better leave her behind / With the kids, they’re alright” (Preciso sair para a luz / Melhor deixá-la para trás / Com a turma, eles estão bem) desloca o foco do ciúme para a fuga necessária e a preservação mental: “the kids” são a turma mod, a rede que ampara e prova que a juventude “se vira”. Os toques de “Bells chime” (sinos tocam) soam como alarme interno de esgotamento. No contexto mod de 1965, dar um tempo vira gesto de maturidade, não de indiferença.
A tensão geracional atravessa a letra: “I had things planned, but her folks wouldn’t let her” (Eu tinha planos, mas os pais dela não deixaram) explicita o atrito com os pais e ajuda a entender “I know if I go things would be a lot better for her” (Eu sei que, se eu for, as coisas vão ficar muito melhores para ela) como proteção — retirar-se para aliviar pressões externas. Assim, “The kids are alright” opera no literal (os amigos ficam com ela e tudo bem) e no simbólico (a juventude sabe se cuidar). A frase virou hino e slogan cultural, batizando o documentário de 1979 sobre o The Who e ecoando em títulos de outras obras — um emblema geracional que ultrapassa o romance.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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