
041 Ao 045 Salve Registrado (versão Alternativa)
Thiagão e Os Kamikazes do Gueto
Tic-tac, tempo não para e,
depois do click, é o clack
Na sequência, o disparo
das arma das mãos dos moleque
Sistema criou gladiador sanguinário
Os pirata, em 2010, enquadra ônibus no asfalto
Só terrorista, os primo é contrabandista
Notebook, celular de Foz do Iguaçu pra Bahia
E assim (o crime vai), e assim (o crime vem)
(E assim) E o crime vem trazendo só as verdinha de cem
E vai pondo comida na mesa de vários
Que tá à pampa de trampar, ganhar uma merda e viver igual escravo
Quer os plaquê, quer montar nas Dakota
Quer arriscar do Mato Grosso pa Londrina, lotado de droga
Porque cansou de migalha e salário mínimo
Comprar um Nike, pagar em dez vez, aí é tirar os menino
Que tem sangue no olho e disposição
De Umuarama, os catador de malote pesadão
Na região de Maringá, os armamento pesado
Pa invadir as fazenda e catar as carreta de gado
Doidão, crime é loucão, aplicador é mato
Boyzão estudado caindo em estelionato
Ajudando a prevalecer aquele ditado
Que o bolso do trouxa fica de cabeça pra baixo
Nem Ópera de Arame e nem Jardim Botânico
Em Curitiba, capital, é sangue jorrando, é pânico
Fantástico, os mano apavora a elite
157, graduado em Cascavel City
O bangue é loucão em Campo Mourão
Finado desacreditou do menor de oitão
Aí foi descobrir que as 9 canta em Sarandi
Que os moleque é tenebroso lá em Paranavaí
Só acionar no radin, droga e arma tem aqui
O que cê quer, tem pa comprar, só chegar co faz-me-rir
Dinheiro é pa gastar e voltar troco em Rolândia
Os irmão chegando lindo de Apucarana a Arapongas
Vários contato, que nem praga, o crime aumenta
Quem roubava com. 32, hoje mata com as. 40
E, onde passa, deixa rastro de sangue e de medo
Quantos ladrão que não passou dos vinte em Toledo?
(Clá-clá) Oito tiro de 9, carrinho para
Ladrão desce da moto e, com o oitão, confere na cara
Guarapuava, Ponta Grossa, um axé
É só rajada, cochilou, deu mancada, morre em Cambé
Tamo juntão, Paiçandu, interior, nós que tá
Vem pesadão, tipo assim, Paquistão, Paraná
E aqui é pânico, eco de tiro e bala rolando
É madrugada, é só sofrimento pra mãe dos mano
Irmão chorando, em meio a essa guerra, vão se matando
Cotidiano é sangue jorrando e caixão fechando
E os moleque de oitão, de quadrada, é jaz
Se tentar reagir, vai morar co Satanás
Cês quer a paz? Cadê? Me diz, onde é que tá?
A sinfonia da quebrada é choro e ratatá
É guerra, é pânico e os Bin Laden na missão
Saddam Hussein, de menor, vai na busca do cifrão
Descendentes Talibã, Al-Qaeda, Hezbollah
O sangue brasileiro e apetite pra matar
E vai, vai ter mais um corpo caído ao chão
Realidade da quebrada é tipo assim, Paquistão
Interior do Paraná, Paiçandu com precisão
É sofrimento, angústia, só dor e lamentação
No bangue monstro, os Kamikaze do Gueto no ar
Bem pesadão, tipo assim, Paquistão, Paraná
No bangue monstro, os Kamikaze do Gueto no ar
Bem pesadão, tipo assim, Paquistão, Paraná
No bangue monstro, os Kamikaze do Gueto no ar
Bem pesadão, tipo assim, Paquistão, Paraná
No bangue monstro, os Kamikaze do Gueto no ar
Bem pesadão, tipo assim, Paquistão, Paraná



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