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LetraSignificado

    É sem massagem, a luz no fim do túnel é só miragem
    Blindagem, cerca elétrica, cachorro é bobagem
    Pegar sua S10, cabine dupla com blindagem
    Nada disso te protege dos moleque alta voltagem
    Que invade a mansão a milhão, na segurança, dá um baile
    Amarra seus guardinha, raja seu Rottweiler
    É pocê ver e aprender que a violência tá por perto
    Antes era só favelado com vários na cara e o crânio aberto
    Enquanto só pobre morria por Adidas, Diadora
    Guerra em vários condomínio e é sangue de boy que jorra
    Empresário executivo se borra no caixa eletrônico
    A burguesa é enquadrada bem na entrada do banco
    Moscou, não deu a senha, é lamentável, foi pra fita
    É encontrada esquartejada dentro do seu Meriva
    A boyzinha para o carro pra atender o celular
    Sem sorte, moscou, o ladrão levou seu EcoSport
    Um moleque de rua com fome que te enquadra com uma faca
    Ou a quadrilha que te assalta, fita, fuga planejada
    Troca de tiro na quebrada, os moleque de quadrada
    Entra no bar, vai pra matar, sai da frente que vai rajada
    Tiazinha, que vive assustada, não reconhece mais o filho
    Que agora trocou o brinquedo, é pó, pedra, maconha e cachimbo
    A brincadeira preferida é montar na moto, caçar os inimigo
    Se trombar, é lamentável: Sangue escorrendo, corpo estendido
    Violência que cerca meu povo, é louco matando louco
    Pipoco no coco do doido, 357 espatifa miolo
    De que adianta ter sangue no olho, ser o mais louco de apetite
    Se, no final, tá no caixão doado de madeirite?
    Periferia tem guerra, é tudo igual, só muda de endereço
    Os jogadores são diferente, mas o jogo é sempre o mesmo
    Jogo covarde onde o meu povo sempre paga um alto preço
    Velório de moleque de quinze, esse filme eu já conheço

    Cena sem corte, o moio é pique filme alucinante
    A morte caminha lado a lado a todo instante
    Ter sorte pra não se envolver nessa avalanche
    Ser forte porque o perigo é constante
    Sem corte, o moio é pique filme alucinante
    A morte caminha lado a lado a todo instante
    Ter sorte pra não se envolver nessa avalanche
    Ser forte porque o perigo é constante

    Perigo, perigo, perigo está em toda parte
    Perigo é constante, é aliado da maldade
    Se tromba com a polícia, você corre perigo
    Risco de levar tapa, tiro, e não voltar pra casa vivo
    Perigo, hoje tudo causa medo
    Tudo é perigoso nesse mundo traiçoeiro
    Por causa da inveja, bico dá brecha, deixa falha
    Embalo, arma a casinha e pilantra mete bala
    Mas se não tiver atitude, vixe, dá até pena
    No X, comédia aprende que crime não é brincadeira
    Vai ser cobrado? Vai, vai ser zoado? Vai
    E quando se arrepender, já vai ser tarde demais
    Então cuidado, perigo, fique fora do crime
    Sei como isso acaba, o final é sempre triste
    Cuidado, perigo, fique longe do cachimbo
    O Diabo dá risada ao ver você se destruindo
    Cuidado, perigo, tire o dedo do cão
    Pior do que morrer é mandar um pilantra pro caixão
    Pra se livrar do perigo, muito amor em Jesus Cristo
    Porque não ter fé em Deus, esse é o maior perigo

    Cena sem corte, o moio é pique filme alucinante
    A morte caminha lado a lado a todo instante
    Ter sorte pra não se envolver nessa avalanche
    Ser forte porque o perigo é constante
    Sem corte, o moio é pique filme alucinante
    A morte caminha lado a lado a todo instante
    Ter sorte pra não se envolver nessa avalanche
    Ser forte porque o perigo é constante

    Eu sinto cheiro de pólvora, flores, velas queimando
    Caixão doado, do lado, a criança de colo chorando
    Perguntando pra mãe: Será que ele tá dormindo?
    À noite, ouvindo barulho de tiro, bem próximo do perigo
    Sem piedade, muitos seguem no caminho errado
    Em busca de respeito, dinheiro, 'cause pente estufado
    Mas se eu dou voz de assalto pra sustentar a família
    Eu volto num caixão lacrado ca minha mãe chorando em cima
    Eu, de Glock na cinta, de esquina, vendendo umas parada
    Por menos de um real, explodindo miolo dos canalha
    A vida oferece condição desfavorável
    Tem uns que diz que é bandido, mas só rouba aposentado
    E, na cadeia, comédia aprende o preço de uma falha
    Acordando com os ladrão rasgando seu pulmão na faca
    Tem uns que tá no perigo, mas nunca se sente nele
    Dá de presente pra mãe sangue empoçado no tapete
    Se você tem medo da morte, esquece da cadeira de roda
    Pior que um tiro na testa é um na espinha, nas costa
    É Atitude Consciente na cena PSJ
    Porque a trilha do perigo é crime, cadeia e cova

    Cena sem corte, o moio é pique filme alucinante
    A morte caminha lado a lado a todo instante
    Ter sorte pra não se envolver nessa avalanche
    Ser forte porque o perigo é constante
    Sem corte, o moio é pique filme alucinante
    A morte caminha lado a lado a todo instante
    Ter sorte pra não se envolver nessa avalanche
    Ser forte porque o perigo é constante
    Cena sem corte, o moio é pique filme alucinante
    A morte caminha lado a lado a todo instante
    Ter sorte pra não se envolver nessa avalanche
    Ser forte porque o perigo é constante
    Sem corte, o moio é pique filme alucinante
    A morte caminha lado a lado a todo instante
    Ter sorte pra não se envolver nessa avalanche
    Ser forte porque o perigo é constante


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