
Não Vai Pra Grupo Não
Thiagão e Os Kamikazes do Gueto
Conselhos e realismo urbano em “Não Vai Pra Grupo Não”
“Não Vai Pra Grupo Não”, de Thiagão e Os Kamikazes do Gueto, utiliza uma gíria popular do rap do sul do Brasil para alertar sobre as armadilhas do crime. A música deixa claro que a ostentação e o poder conquistados nesse meio são passageiros e têm um preço alto. O refrão — “Não vai pra grupo não doidão num é bem assim / Não, o diabo ri no fim jão / Tudo que te deu ele vai tomar em dobro” — reforça que, apesar dos prazeres e riquezas aparentes, o final dessa trajetória é sempre negativo, com perdas maiores do que os ganhos temporários.
A letra detalha o cotidiano de quem vive do crime, citando carros de luxo, roupas de marca, festas, drogas e mulheres, como em “Tempra branco 4 porta, mulher, dóllar e cordão / De ouro no pescoço de Nike, agasalho”. No entanto, essa ostentação vem acompanhada de riscos, violência e paranoia, evidenciados nas menções a armas, polícia e assaltos. O trecho “O crime financia dá tudo que nóis qué / Da nove niquilada dinheiro e mulher” mostra o fascínio pelo poder, mas logo é contraposto pelo aviso de que “o crime num é creme, o barato é louco”, deixando claro que a vida criminosa não é tão fácil ou prazerosa quanto parece. Ao citar marcas, celebridades e situações de luxo, a música constrói um retrato realista e crítico, mostrando que tudo isso é efêmero e cobrado com juros altos. O refrão funciona como um lembrete constante das consequências inevitáveis desse caminho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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