
Tatico Assassino (parte 2)
Thiagão e Os Kamikazes do Gueto
Conflito e resistência em "Tatico Assassino (parte 2)"
"Tatico Assassino (parte 2)", de Thiagão e Os Kamikazes do Gueto, aborda de forma direta o confronto entre moradores das periferias e a polícia, com foco na atuação violenta da RONE (Rondas Ostensivas de Natureza Especial) no Paraná. O verso “Vou tombar as viatura só com o veneno da letra” mostra como o rap é usado como ferramenta de resistência e denúncia, transformando a palavra em arma contra a opressão policial. Expressões como “policia do caralho” e “pau no cú da RONE preta” reforçam o tom de revolta e a crítica explícita à brutalidade policial, retratando uma realidade frequente nas comunidades abordadas pelo grupo.
A música também destaca o sentimento de abandono social e desigualdade, como em “Quem num tem dinheiro o sistema esquece, abandona”, evidenciando que a justiça e a proteção do Estado não chegam aos mais pobres. O refrão “Não joga pérola aos porco irmão joga lavagem” faz referência a uma metáfora bíblica, sugerindo que não vale a pena tentar dialogar ou oferecer algo de valor a quem não está disposto a ouvir ou respeitar, direcionando essa crítica aos policiais e ao sistema opressor. O tom agressivo e direto da letra reflete a indignação dos moradores e a necessidade de autoafirmação e sobrevivência em um ambiente marcado pela violência policial, onde a resposta encontrada é a resistência cultural e a denúncia pública.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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