
Como Eu
Thiago Pantaleão
Orgulho e autenticidade em "Como Eu" de Thiago Pantaleão
Em "Como Eu", Thiago Pantaleão utiliza a ironia para inverter os papéis tradicionais em um relacionamento. Enquanto o parceiro acredita estar no controle, o narrador revela as falhas do outro e deixa claro que não será enganado, como mostra o verso “Mas quando eu ajoelhava não era pra rezar”, que brinca com a expectativa religiosa e insere um duplo sentido sexual, reforçando o tom confiante e provocador da música. Essa atitude desafiadora reflete as influências de R&B e pop dos anos 2000, misturando sensualidade e deboche.
O refrão “Duvido que ele faz (como eu)” serve como uma afirmação de que o narrador é insubstituível, tanto nos pequenos gestos do dia a dia — como em “Esse 212 dá pra saber”, referência ao perfume, e “Até suas roupas eu que lavo” — quanto na intimidade. O álbum "NOVA ERA" e a menção ao Jardim Nova Era, bairro onde Pantaleão cresceu, aparecem de forma sutil na valorização da autenticidade e na recusa em aceitar pouco em troca de muito. O trecho “Nosso amor tem THC” sugere uma relação intensa e viciante, conectando prazer, liberdade e a busca por autoaceitação, temas presentes na trajetória do artista. Assim, a música mistura crítica, orgulho e desejo, traduzindo vivências pessoais em uma linguagem direta e cheia de atitude.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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