
Delirante
Thiaguinho
“Delirante” como cartão de boas-vindas da Tardezinha
“Delirante” não é só uma paquera de praia; funciona como cartão de boas-vindas ao retorno da “Tardezinha”. A própria letra encena a tarde na orla que batiza o projeto: quando ele canta “A tardezinha pela orla”, a história de flerte se conecta ao clima coletivo de verão que Thiaguinho reativou nos shows. O clipe, gravado no Rio Beach Club — reduto de edições anteriores —, reforça essa atmosfera de turma, com a presença do amigo Rafael Zulu. Assinada por Rodrigo Leite, Claudemir, Cauíque e Marcelo Mira, a composição aposta em imagens solares e gírias de praia para transmitir leveza: “rolezinho”, “naquele pique” e “picadilha zona sul” situam a cena no imaginário carioca; “a minha lupa é da cor do céu azul” usa “lupa” como óculos escuros; “sereia” traduz o encanto quase hipnótico pela mulher que cruza seu caminho.
O fio da história é simples e sensorial: um passeio sem pressa vira paixão instantânea, narrada em detalhes de corpo e calor. Gestos cotidianos como “batendo chinelinho” e “bate palma pra tirar areia” ancoram a cena na praia; “esse pelinho douradinho na pegada do banho de lua” remete ao hábito de descolorir os pelos, realçando o brilho de verão; “essa marquinha de biquini… é delirante” expõe o desejo sem rodeios. O refrão vocalizado “Lê lê lê…” sustenta a alegria descomplicada, típica do pagode de fim de tarde. No conjunto, “Delirante” celebra o encontro casual, o calor do corpo e o espírito festivo da Tardezinha — um flerte de orla que cresce até a euforia do pôr do sol.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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