
Atitlan
Tiago Bettencourt
Lá fora a chuva cai
No o lago infinito
Aldeias ao redor esperam pelo sol
Tal qual como está escrito
E diz-me quem tu és, meu monstro sem alento
De coração tão puro, mas às ordens do vento
E seu soprar, se eu soprar no sentido certo
Sem temer, se eu soprar
Dormirás sereno
Por onde eu for, por onde andar
Talvez amor, talvez amar
Um outro chão, um outro olhar
Por onde for, por onde andar
O monte trovejou
Do céu ouviu-se um grito
E a força desta água
Lavando a minha estrada
Apaga o que está escrito
E quando eu for maior vou querer ser infinito
Como este lago fundo de aldeias ao relento
E se eu dançar de frente para o veneno
Vai chover, trovejar
Mas dormirei sereno
Por onde eu for, por onde andar
Talvez amor, talvez amar
Um outro chão, um outro olhar
Por onde for, por onde andar
E se eu soprar, se eu soprar no sentido certo
Vai chover, trovejar
Dormirei sereno



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