
Basquiat (part. Sant e Kayuá )
Tiago Mac
Autenticidade e resistência artística em “Basquiat (part. Sant e Kayuá)”
Em “Basquiat (part. Sant e Kayuá)”, Tiago Mac, Sant e Kayuá usam a figura de Jean-Michel Basquiat para destacar a importância da autenticidade e da resistência no universo artístico. O nome da música já indica essa valorização do artista que, assim como Basquiat, enfrentou o sistema e buscou um estilo próprio, sem se render à superficialidade. Isso aparece em versos como “Quantos jogaram o sonho pro alto em busca na nova Jerusalém?”, que questiona a desistência dos sonhos em troca de promessas vazias de sucesso.
A referência a Rakim, um dos grandes nomes do hip-hop, reforça o respeito às raízes e à profundidade na arte, contrapondo-se à crítica de “poeta raso” e à busca por uma identidade única, como em “Música é tipo tatuagem / Olha só o que eu faço / Esse é o meu traço”. O refrão “Digui-digui-ê, digui-digui-ô” ironiza a produção de músicas fáceis e descartáveis, sugerindo que muitos recorrem a fórmulas prontas quando falta inspiração. Sant e Kayuá ampliam o debate ao abordar a pressão social, a busca por sentido e a solidão do artista, além de criticar a superficialidade das relações e a efemeridade dos sentimentos, como em “Amores eternos de uma semana” e “Ser diferente é tão igual / Outros quadros, mesma tinta”. A música se apresenta, assim, como um manifesto pela arte verdadeira, pela união e pela persistência diante das dificuldades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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